Para refletir:
Quando somos muito jovens, temos saúde e muito tempo livre, mas, em geral, não temos dinheiro.
Quando somos adultos, temos dinheiro e ainda temos saúde, mas, não temos mais tanto tempo livre.
Quando envelhecemos, voltamos a ter tempo e ainda temos dinheiro, mas, a saúde já não é a mesma.
Como conciliar esses três fatores então? Difícil, pois o equilíbrio é sempre mais difícil de ser alcançado. O ponto chave dessa questão é o trabalho. Se trabalhamos pouco, preservamos a saúde e o tempo livre, mas, não ganhamos dinheiro suficiente. Se trabalhamos muito, comprometemos a saúde a longo prazo e principalmente o tempo livre.
O ideal então é trabalhar o máximo possível para ter dinheiro, mas, sem prejudicar a saúde e sem ocupar todo o seu tempo. Contudo, evidentemente, isso não é uma tarefa fácil, pois somos tentados a trabalhar mais para ter uma vida (supostamente) melhor, seja pela família, seja pela sociedade em geral, afinal de contas, o “trabalho dignifica o homem” (e enriquece o patrão!).
Quando somos muito jovens, temos saúde e muito tempo livre, mas, em geral, não temos dinheiro.
Quando somos adultos, temos dinheiro e ainda temos saúde, mas, não temos mais tanto tempo livre.
Quando envelhecemos, voltamos a ter tempo e ainda temos dinheiro, mas, a saúde já não é a mesma.
Como conciliar esses três fatores então? Difícil, pois o equilíbrio é sempre mais difícil de ser alcançado. O ponto chave dessa questão é o trabalho. Se trabalhamos pouco, preservamos a saúde e o tempo livre, mas, não ganhamos dinheiro suficiente. Se trabalhamos muito, comprometemos a saúde a longo prazo e principalmente o tempo livre.
O ideal então é trabalhar o máximo possível para ter dinheiro, mas, sem prejudicar a saúde e sem ocupar todo o seu tempo. Contudo, evidentemente, isso não é uma tarefa fácil, pois somos tentados a trabalhar mais para ter uma vida (supostamente) melhor, seja pela família, seja pela sociedade em geral, afinal de contas, o “trabalho dignifica o homem” (e enriquece o patrão!).
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